Este é um espaço para partilha de dons. Estou colocando aqui algumas produções além dos textos e sites que me inspiram. Espero que lhe sejam úteis.

sábado, 12 de dezembro de 2015

HORA SANTA EUCARÍSTICA: Não Estou Eu Aqui, Que Sou Tua Mãe?



Introdução: Nesta festividade de Nossa Senhora de Guadalupe, façamos antes de tudo grata memória da sua visita e proximidade materna; entoemos com Ela o seu Magnificat, confiando-lhe a vida dos nossos povos e a missão continental da Igreja.

Canto de exposição:

Dirigente: Celebrando Nossa Senhora de Guadalupe, pedimos por todos os povos latino-americanos, para que sejam firmes na fé, na esperança, e decididos na busca da justiça e da paz. Que os evangelizadores em nosso continente, sejam misericordiosos, serenos e ardorosos na Evangelização.

Voz1: O rosto meigo e sereno da Virgem de Guadalupe mostra-nos o jeito de Deus para com o nosso povo latino americano. Ela é a padroeira de nossa América. Manifestou seu amor materno àquele pobre índio São João Diego. Os sinais que se sucederam foram reconhecido  pela Igreja. Maria é Mãe que nos conduz a Jesus.

Voz 2: Por sua intercessão, a fé cristã começou a tornar-se o tesouro mais rico da alma dos povos americanos, cuja pérola preciosa é Jesus Cristo: um patrimônio que se transmite e manifesta até hoje, no batismo de multidões na fé, na esperança e na caridade de muitas pessoas, na preciosidade da piedade popular e inclusive naquele ethos americano que se manifesta na consciência da dignidade da pessoa humana, na paixão pela justiça, na solidariedade para com os mais pobres e sofredores, na esperança às vezes até contra toda a esperança.

Canto:

Voz 3: Quando apareceu a São Juan Diego, o seu rosto era mestiço e as suas vestes cheias de símbolos da cultura indígena. Seguindo o exemplo de Jesus, Maria está ao lado dos seus filhos, acompanha o seu caminho como mãe atenciosa. Ela partilha com eles as alegrias e esperanças, os sofrimentos e as angústias do Povo de Deus, do qual todos os povos da Terra são chamados a fazer parte.
Voz 4: 1º Na escuta:  Maria simboliza o Povo de Deus, que prioriza a escuta da Palavra de Deus, como mistério de vida de santidade. A escuta tem como postura a fé, humildade, disponibilidade e presteza. “Felizes os que ouvem a Palavra de Deus e as observam” Assim, a escuta de Maria e a adesão com o seu sim representam o olhar atento de que cada Cristão deve ter com a Palavra de Deus, para que assim a sua vida se converta ao plano salvífico de Deus.  A escuta de Maria não é mera passividade diante da ação de Deus na sua vida, mas uma adesão interior e profunda da vontade de Deus para a sua vida.

ü  Evangelho
ü  Reflexão
ü  Liturgia das Horas
ü  Canto de reposição

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Novena em preparação à Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora

1º Dia:   Maria, Mãe do Criador
Dirigente: “Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo!” Uma proclamação viva e real que revela, por assim dizer, o estado íntimo da Virgem Maria com Deus. No seu interior o Pai encontra espaço para salvar a humanidade. “Para ser Mãe do Salvador, Maria foi enriquecida por Deus com dons dignos de tamanha missão. No momento da Anunciação, o Arcanjo Gabriel a saúda como “cheia de graça”. Efetivamente, para poder dar assentimento livre de sua fé ao anúncio de sua vocação, era preciso que ela estivesse totalmente sob a moção da graça de Deus” (CIC490) .                          
Leitor 1: Em Maria contemplamos a misteriosa descida de Deus a nós, abrindo-nos o caminho do céu e da comunhão com Ele. O Verbo se faz carne na Pessoa do Filho, assume nossa realidade humana e nos faz perceber que estar na Graça de Deus, é uma realidade necessária para nos relacionarmos com o divino e acolhermos sua vontade em nossa vida. “O Espírito Santo é enviado para santificar o seio da Virgem Maria e fecundá-la divinamente; Ele que é o Senhor que dá a vida, faz com que ela conceba o Filho Eterno do Pai em uma humanidade proveniente da sua” (CIC 485).
Leitor 2: A saudação do anjo a Maria é também um convite à alegria, a uma alegria profunda. Anuncia o fim da tristeza que há no mundo diante das limitações da vida, do sofrimento, da morte, da maldade, da escuridão do mal que parece obscurecer a luz da bondade divina. É uma saudação que marca o início do Evangelho, da Boa Nova.
Texto Bíblico: Lc 1,  28-30
Leitor 3: A alegria que cerca Maria nasce da comunhão vital que ela nutre com Deus. Com o seu “Sim”, abre a porta ao Criador e vive inteiramente da e na relação com o Senhor. Todo o seu ser põe-se numa atitude de acolhida, reverência e escuta da vontade do Pai, na submissão livre à mensagem recebida, que agora se torna vida, carne, no seu ventre.
Leitor 4: “O Arcanjo Gabriel... dirigi-se a uma pequena aldeia da Galiléia, Nazaré, e entra numa pobre casa, onde nada há do que o mundo aprecia. Nessa casa, porém, encontra-se o maior tesouro de Deus. Aí mora Maria, que, longe das conversações do mundo, está no seu aposento falando com Deus. É a Ela, justamente, que o Anjo se apresenta, e numa atitude de profundo respeito, como um vassalo à sua rainha, saúda-a, dizendo: ‘Deus te salve, ó Maria, cheia de graça, o Senhor é contigo!’  Unamo-nos ao celeste mensageiro e congratulemo-nos com a nossa Mãe Santíssima, pelos grandes tesouros espirituais de que ficou repleta... Supliquemos-lhe que tenha piedade das nossas misérias, e nos torne participantes da graça com que o Senhor a plenificou”. (M. Clélia, em PM. 94)
Oração do manual: Pag. 92

2º Dia: Tema: Maria, Virgem Louvável
Dirigente: Louvar a mãe é, antes de tudo, um louvor a Deus que olha para a humildade de sua serva e faz morada em seu ser, penetrando de forma profunda a nossa humanidade. "Na Virgem Maria tudo é relativo a Cristo e tudo depende d’Ele: em vista d’Ele, o Pai, desde toda a eternidade, a escolheu por Mãe, toda santa, e a adornou dos dons do Espírito concedidos a mais ninguém" (Marialis Cultus).

Leitor 1: O Magnificat expressa a grandeza do coração humilde de Maria, que acolhe, na fé e no amor, ser mãe do Salvador, a porta do céu para todos nós. Proclama, louvando a Deus, as maravilhas de sua graça, que atua em profundidade no intimo de sua vida e em cada momento de sua existência. “Nada é tão sublime quanto uma vida totalmente entregue a Deus” (Papa Bento XVI).
Leitor 2: A Mãe é merecedora de todo o nosso louvor, digna de veneração, pois é exemplo, modelo de todo o cristão. “Deus depositou a plenitude de todo o bem em Maria, para que nisso conhecêssemos que tudo o que temos de esperança, graça e salvação, dela deriva até nós” (São Boa ventura).
Leitor 3: Maria não para em uma primeira compreensão superficial disso que acontece na sua vida, mas sabe olhar em profundidade, deixar-se levar pelos acontecimentos. Elabora-os e discerne, adquirindo aquela compreensão que somente a fé pode garantir. É a humildade profunda da fé obediente de Maria, que acolhe em si, também aquilo que não compreende do agir de Deus. Deixa que seja Ele a abrir-lhe a mente e o coração. “Bem aventurada aquela que acreditou no cumprimento da palavra do Senhor!”,  exclama a parente Isabel (Lc 1, 45). É propriamente pela sua fé que todas as gerações hão de chamá-la bem aventurada.

Texto Bíblico:  Lc. 1, 46-55
Oração do manual: Pag. 92


3º Dia: Tema: Maria, Sede da Sabedoria
Dirigente: Nosso Senhor Jesus Cristo é a Sabedoria por excelência, pois, enquanto Deus, Ele tudo sabe e tudo conhece. Nossa Senhora encerrou no seu Ser a Sabedoria Eterna. Nela o Verbo Divino se Fez carne, fez morada. Ela foi habitada pelo próprio Cristo, o seu ventre tornou-se trono de Deus, lugar de adoração e vida em abundância.
Leitor 1: A sabedoria nasce da escuta atenta da  palavra e da intimidade com o Senhor. É dom de Deus, obra do Espírito Santo que atinge a Virgem Maria e dinamiza toda sua vida, num movimento harmônico onde Cristo, a Sabedoria Eterna, é o centro do seu Sim e de cada acontecimento de sua vida. “A verdadeira sabedoria não é um conhecimento, mas uma Pessoa, Jesus Cristo” (Papa Bento VXI).
Leitor 2: Maria, mulher sábia e solida na fé, convida-nos a não desanimarmos  diante dos desafios, mas a permanecermos perseverantes na missão que do Senhor recebemos, conservando, com determinação, a confiança em Deus e o abandono na oração.

Leitor 3: “Quando estamos em comunhão com o Senhor, de certo modo, o Espírito Santo transfigura o nosso coração e faz-nos sentir todo o seu calor e sua predileção. Então, tudo nos fala de Deus e torna-se sinal da sua misericórdia e do seu amor. Isto torna sábio o nosso coração, não no sentido de saber tudo, de ter respostas para tudo, mas no sentido de que saboreia Deus: o nosso coração e a nossa vida têm o gosto, o sabor de Deus” (Papa Francisco).

Evangelho Jo 2, 1-12
Oração do manual: pag. 92
  

4º dia: Maria, causa de nossa alegria
Dirigente: A humanidade rejubila com a encarnação do Logos de Deus, que faz de Maria a causa de nossa alegria, pois traz em sua entranha a Pessoa do Cristo. Ela nos insere na alegria que não é passageira e nem superficial, mas fundamentada no Verbo encarnado. “Eva chorou, Maria exultou! A Mãe de nossa raça nos trouxe a tristeza: A Mãe de Deus, a alegria!” (Santo Agostinho)

Leitor 1: “O Espírito Santo é o autor da nossa alegria, o criador da alegria. E esta alegria no Espírito nos dá a verdadeira liberdade cristã. Sem alegria não podemos nos tornar realmente livres, nos tornamos escravos das nossas tristezas (Papa Francisco).

Leitor 2: A Virgem Maria dispensa a alegria pelo mundo inteiro, tornando-se a grande consoladora. É Mãe da confiança e da bondade e nos motiva a sermos anunciadores, portadores da alegria que brota do encontro, da intimidade, da acolhida e da convicção de que Cristo vive em nós, faz-se um conosco em cada situação que vivemos.

Leitor 3: A alegria é sinal da presença divina e de seu agir em nós, que nos faz descobrir as maravilhas do seu amor derramado na nossa história, abrindo-nos para o louvor e adoração de Nosso Senhor que, de modo único, nos deu  vida, nos deu Maria, nos deu a Si mesmo.
Texto Bíblico: Lc 1, 39-45
Dirigente: “Unamo-nos, todas, às alegrias de Maria menina; bendigamos a Deus, congratulemo-nos com Maria, aprendamos dela a colocar todas as nossas alegrias no Senhor e a não desejar outras” (Madre Clélia).
Oração do manual: Pag. 92

 

 

5º dia: Maria, Arca da Aliança

Dirigente: No Antigo Testamento, a Arca da Aliança é símbolo da presença de Deus no meio do povo, que o abençoa , protege e guia. Nossa Senhora é no Novo Testamento, a Arca da Aliança que protege o povo eleito, que carrega dentro de si a nova Lei, Jesus Cristo, o Pão Vivo descido do céu, o verdadeiro tesouro.

Leitor 1: Em Maria está Deus, no mais profundo de seu ser habita a Palavra Viva e Eterna, a essência da vontade e da verdade do Pai. Ela acolhe em si Aquele que é a nova aliança. Confiemos todo o nosso ser a Maria para que o torne capaz de receber a presença de Deus no mistério de nossa vida diária.

Leitor 2: “A Igreja canta o amor imenso de Deus por Maria, que a escolheu como verdadeira arca da aliança, como Aquela que continua a gerar e a oferecer Cristo Salvador à humanidade, como Aquela que no céu compartilha a plenitude de sua glória e goza da mesma felicidade de Deus. Ao mesmo tempo, convida-nos a tornar-nos, também nós, do nosso modo modesto, arca, em que está presente a Palavra de Deus, que é transformada e vivificada pela sua presença” (Papa Bento XVI). 

Leitor 3: Enquanto na primeira arca contém a Tábua da Lei, em Maria contemplamos a Palavra viva, o alimento que sustenta, o Sumo e Eterno Sacerdote que nos redime no amor e estreita a comunhão com o homem, oferecendo seu próprio Corpo e Sangue em resgate a todos.  “No silêncio, na escuta assídua da Palavra, e com a sua união íntima com o Senhor, Maria tornou-se instrumento de salvação, ao lado de seu divino Filho Jesus Cristo” (São João Paulo II).

Texto Bíblico: He 9, 11-14

Oração do manual: Pag. 92

 

 

6º dia: Maria,estrela da Manhã

Dirigente: A estrela da manhã é sinal de que o dia está chegando, a claridade dissipa a escuridão da noite. Ela não é o Sol, mas espalha a luz, a esperança de um novo dia que se inicia. Maria é a estrela da manhã, é o farol que nos guia para o amanhecer do grande dia.

Leitor 1: Com a Encarnação do “Logos” na humildade de sua serva, Deus fez nascer, para a humanidade, o Sol da justiça. Nossa Senhora reflete de modo perfeito a luz divina, por que é  toda iluminada por Cristo. A Estrela da Manhã, Maria Santíssima, assinala o fim das trevas do pecado e inaugura o tempo da graça, da redenção, seu brilho suave prepara gradativamente o olhar dos homens de todos os tempos para o Sol sem ocaso.

Todas: “Ave, do mar Estrela; de Deus, mãe bela, sempre virgem! Da morada Celeste, feliz entrada”!
Leitor 2: A Virgem Maria entra na nossa história como uma estrela de luz forte, apontando para o autor da vida que nos ilumina por inteiro e nos faz participantes de sua graça.
Todas: Oh! Maria, que, como aurora esplendorosa, despontastes no horizonte desta vida, sem nenhuma névoa que ofuscasse, por pouco que fosse, vosso límpido brilho, não permitais que nossa alma jamais descanse nas trevas e na sombra da morte.

Texto bíblico: Lc 2, 31-36

Oração do manual: Pag. 92


7º dia: Maria, Mãe Puríssima

 

Dirigente: A Pureza é uma virtude inteiramente “humana”, que tende à valorização da corporeidade, entendida em seu valor e em sua dimensão sacra, que nasce do próprio mistério da Encarnação. A pureza que envolve Maria torna evidente o primado de Deus na vida do ser humano, chamado a recuperar o olhar límpido, amoroso e reto sobre si mesmo, sobre o próximo e sobre cada acontecimento.

Leitor 1: “Ser puro é como acolher em nós o projeto original de Deus, ver as coisas sob a luz de Deus, assim como fez Maria” (Dante).

Leitor 2: A luz que deriva da vida pura da Virgem, compreende a sua entrega total ao Pai, que encontra nela as disposições para romper a barreira construída pela desobediência humana, permitindo-o relacionar-se com seu Criador num diálogo sincero, filial e terno.

Leitor 3: Sob o ser puro de Nossa Senhora contemplamos sua transparência perante o desejo Divino, seu diálogo livre, trazendo para junto de si o mistério anunciado tornado-se mãe do Puro por excelência. Nela compreendemos que, dentro de cada um de nós, no silêncio mais intimo do ser humano, existe um lugar onde habita Deus, fonte de toda pureza, de toda vida.

Leitor 4: A “Patrística” vê em Maria um arquétipo da beatitude original, a mulher da pura confiança, do sim original Àquele que é, desde toda a eternidade. Maria é a nossa verdadeira natureza, é a nossa verdadeira inocência original, aberta à presença do divino.

 

Texto bíblico: Is 7, 14-15

Oração do manual: Pag. 92


8º dia: Maria, mãe da Igreja

Dirigente: “Mulher, eis ai o teu filho”! Maria recebe do próprio Filho a concretude de sua maternidade. Mãe do povo de Deus, chamada a gerar no amor, na alegria, na fidelidade, na esperança, no abandono e na terna acolhida, cada filho, cada um de nós.

Leitor 1: A Virgem Maria é o primeiro membro da comunidade dos crentes em Cristo, e também se faz colaboradora no renascimento espiritual dos discípulos. Sua figura de mulher livre e forte emerge do Evangelho, conscientemente orientada para o verdadeiro seguimento de Cristo (Doc. Aparecida).

Leitor 2: Como Mãe de tantos, Maria fortalece os vínculos fraternos entre todos, estimula a reconciliação e o perdão e ajuda os discípulos de Jesus Cristo a se aproximarem como família, a família de Deus. Em Maria, encontramo-nos com Cristo, com com o Pai e com o Espírito Santo e, da mesma forma, com os Irmãos. (Doc. Aparecida)

Leito 3: Como na família humana, a Igreja-família é gerada ao redor de uma mãe, que confere “alma” e ternura à convivência familiar. Maria, Mãe da Igreja, além de modelo e paradigma da humanidade, é artífice de comunhão. Um dos eventos fundamentais da Igreja, é quando o Sim brotou de Maria.

Texto bíblico: Jo 19, 25-27

Oração do manual: Pag. 92

 

  

9º dia: Maria, Mãe Imaculada

 

Dirigente: No tempo de Advento, a Liturgia recorda, com frequência, a bem-aventurada Virgem Maria, quando faz ecoar antigas palavras proféticas acerca da Virgem Mãe e acerca do Messias, e lê episódios evangélicos relativos ao iminente nascimento de Cristo e do seu Precursor.

Desta maneira, quem procurar viver com a Liturgia, o espírito do Advento, ao considerar o amor inefável com que a Virgem Mãe esperou o Filho, será levado a tomá-la como modelo e a prepararem-se, também eles, para irem ao encontro do Salvador que vem, "bem vigilantes na oração e celebrando os seus divinos louvores". (cf. Marialis cultus 3).

Leitor 1: Maria, Mãe Imaculada, nos mostra por meio de sua própria experiência, o brilho da maternidade no brilho de sua incandescente fé, no silêncio de sua presença permanente, na candura de sua aceitação, no esplendor do seu Magnificat, na inegável certeza do seu Sim e num profundo e continuo ato de amor ao plano amoroso de Deus para com a humanidade.

Leitor 2: “Deus, desde o principio e antes dos séculos, escolheu e pré-ordenou para seu Filho uma Mãe, na qual Ele se encarnaria, e  da qual, depois, na feliz plenitude dos tempos, nasceria; e, de preferência a qualquer outra criatura, a fez alvo de tanto amor, a ponto de se comprazer nela com singularíssima benevolência. Absolutamente livre de toda mancha de pecado, toda bela e perfeita, ela possui uma tal plenitude de inocência e de santidade que, depois de Deus, não se pode conhecer outra maior, e cuja profundeza, afora Deus, nenhuma mente pode chegar a conhecer” (Ineffabilis Deus).
Leitor 3:  ”Maria Santíssima, a Virgem pura e sem mancha, é para nós escola de fé destinada a nos conduzir e a nos fortalecer no caminho que conduz ao encontro com o Criador do céu e da terra” (Papa Bento XVI) .                                                                                                                                                                                                                 Leitor 4: Que a permanência na escola de Maria, nos mova a viver seus ensinamentos na busca sincera de acolher, no silencio do coração, as luzes e inspirações que do Senhor recebemos.
Texto bíblico: Mt 1,18-25
Oração do manual: Pag. 92
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